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A JCMELO CONTABILIDADE é uma empresa do ramo de serviços contábeis e consultoria empresarial nova e moderna que busca o desenvolvimento contínuo de suas empresas-clientes. Oferecemos uma linha de serviços que vão além do cumprimento das exigencias legais, propondo uma assistência focada no ramo de atividade, na eficiência da gestão e na maximização dos resultados.



O empresário pode contar conosco para desenvolver suas idéias e projetos para que juntos possamos idealizar, planejar, implantar e traduzir nossos esforços em resultados reais.



Desenvolvemos nossos serviços de forma personalizada, de acordo com as caracteristicas e necessidades de cada de negócio, levando sempre em consideração o que os nossos clientes almejam.



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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Entendendo o Boleto Bancário

Neste artigo explico como funciona o boleto bancário e como você pode ter esse recurso cada vez mais presente em sites dinâmicos.
Quanto você terminar de ler esta artigo, você terá esclarecido a maioria de suas duvidas sobre o assunto.
Bom, vou dividir este artigo em três tópicos, são eles:
  • Partes que compõe um boleto bancário, e seu significado.
  • Noções de cobrança bancária.
  • Como funciona a programação de implementação do mesmo.
Partes que compõe um boleto bancário, e seu significado.
Neste tópico iremos conhecer os principais campos de um boleto e seu significado.
Observe a figura abaixo, ela é meramente ilustrativa, para facilitar a localização de cada campo

1-Código do Banco
É composto do código do banco mais o dígito verificador.
2-Linha digitável
É a representação numérica do código de barras.
A linha digitável é baseada no valor do código de barras, mas não é o mesmo numero.
Ela serve para o pagamento do boleto via Internet e também é utilizada quando o código de barras está danificado.
3-Vencimento
Data de vencimento do boleto.
4-Agência código cedente
Este campo varia conforme o banco, mas em geral é composto pelo número da carteira, agência, conta e dígito. Dependendo do banco, pode ser: agência+conta ou mesmo carteira+agência+conta. Cada banco tem um padrão.
5-Nosso Número
Este campo também varia conforme o banco, mas você deve dar uma atenção especial a ele, porque quando o boleto é pago, em geral é esse o número que aparece no seu extrato, assim você tem como identificar o boleto pago.
Portanto esse número, deve ser diferente para cada boleto emitido, e não podendo haver duplicidades.
Alguns bancos fornecem uma faixa de números que o cliente pode trabalhar, outros já deixam a critério do cliente.
6- Valor do Documento
Este campo contém o valor do documento, com duas casas decimais e vírgula como separador decimal.
7-Código de Barras
São código de barras, que através de sua espessura representam "0" ou "1" em binário.
No total o código de barras é composto por 44 dígitos numéricos, que representam o valor, data de vencimento, entre outras informações do boleto. A composição e disposição desses números variam de banco pra banco, podendo conter o número da agencia, conta corrente, código do cliente, etc.
8-Carteira
Contem o código da carteira, que está sendo utilizada.
Isto também muda de banco para banco, mais adiante darei detalhes de qual é a mais indicada para pagamentos via Internet e o porquê.
9-Sacado
Sacado é quem paga o boleto.
Este campo contém os dados da pessoa que irá pagar o boleto: nome, endereço, etc..
10- Data do Documento
Data em que o boleto foi gerado ou emitido, no caso de segunda via por Internet.
11- Cedente
Cedente é quem emitiu o boleto.
Este campo contém o nome de quem emitiu o boleto, que em geral é o titular da conta.
Pode ser pessoa física ou jurídica, mas isso depende do banco.
Noções de cobrança bancária
Bom agora que você já conhece os principais campos de um boleto, iremos ter uma pequena noção de cobrança bancária.
O boleto bancário é um dos sistemas mais práticos de cobrança. Funciona da seguinte maneira: o Cedente emite o boleto, e o envia ao Sacado. (Você lembra quem é Sacado e Quem é cedente não é?)
O Sacado pode pagar o boleto utilizando a linha digitável, ou código de barras via homebank , ou mesmo em qualquer agência bancaria, casas lotéricas ou via Internet (bom, a essa altura você deve estar pensando: "isso eu já sei...").
Você é o Sacado, certo? E irá emitir o boleto para seu cliente pagar, certo?
Mas antes é preciso que você entre em contato com seu banco, e peça para que sua conta esteja habilitada a emitir cobrança via boleto.
O banco tem varias modalidades de cobrança, e emissão de boletos. Eu vou descrever as duas principais e mais utilizadas, e com as quais já trabalhei.
Cobrança Registrada
Quando você emitir seus boletos com cobrança registrada você deve enviar um arquivo de remessa para o banco. Este arquivo de remessa segue um padrão, que não vem ao caso agora. Este arquivo de remessa enviado ao banco serve para registrar os boletos emitidos. Assim, se algum sacado não pagar, o banco pode automaticamente por instrução do cedente, mandar o nome do sacado para protesto, ou mesmo para o cadastro do SPC.
Ou seja, em geral é utilizado quando as empresas querem ter uma segurança maior, de modo que se o cliente não pagar eles tem um meio legal de protestar o sacado e cobrar a dÍvida.
Cobrança sem Registro
Nessa cobrança você, simplesmente emite o boleto e o envia para o sacado pagar. E não há registro no banco sobre este boleto emitido. O banco só saberá da existência do boleto quando ele for pago.
Carteira
Esta é a cobrança mais indicada para uso na Internet. Se o cliente não pagar, simplesmente o pedido não é enviado.
Agora que você já conhece os dois principais tipos de cobrança, vamos falar sobre o campo "carteira" do boleto.
É justamente este campo, que indica o tipo de cobrança escolhida pelo cedente. Por exemplo, no Unibanco a carteira sem registro é conhecida como "ESPECIAL" e a registrada como "REGISTRADA". Já no Itaú, a sem registro é conhecida como "174" ou "175" e a registrada como "109" e assim vai...
Existem diversas modalidades de cobrança para boletos, e cada uma tem uma finalidade, vantagens e desvantagens. Descrevi apenas as principais diferenças entre os dois tipos mais comuns, que atendem a maioria dos usuários. E temos mais detalhes sobre elas que não foram abordadas neste artigo, mas o principal você já sabe. Se tiver maiores dúvidas, consulte seu banco. Este sim poderá fornecer mais detalhes sobre os tipos de cobrança.
Taxas cobradas pelos bancos
O banco cobra uma taxa sobre cada boleto pago pelo sacado, que varia entre 1 e 4 Reais (depende do banco). Se a carteira for registrada, o banco também cobra por cada boleto emitido, independente dele ter sido pago ou não. Por isso, a cobrança sem registro é a mais indicada para o uso na Internet.
O banco também leva em consideração o porte do cliente. Assim, um cliente com maior volume de movimentação bancária, tempo de conta, etc., conseguira taxas menores ou até mesmo a isenção de algumas taxas. Portanto, consulte seu banco sobre as taxas cobradas.
Programação de implementação do boleto
Agora que você conhece como funciona o boleto vamos às necessidades técnicas.
Você irá precisar de um script , que gere o boleto para você, no padrão do seu banco. Esse script para geração recebe os dados necessários, processa essas informações e gera o boleto, contendo o código de barras, linha digitável e o nosso número, tudo isso formatado de acordo com as regras estabelecidas pelo seu banco e carteira escolhida.
Esse script gera o boleto para você com base em variáveis que são enviadas para ele via POST, GET ou mesmo de uma base de dados. Isso depende do que você já tem no seu site, e do que pretende implementar.
Pesquisando na internet você encontrará diversos destes scripts e grande parte desles são grátis.
Os principais dados que devem ser enviados ao script são:
- Valor do Boleto, Número do Pedido, Vencimento e Dados do Sacado.
Os outros dados, como por exemplo: o número da sua conta, agência, nome do cedente etc, você já pode deixar pré-configurados, já que estes dados se manterão fixos para todos os boletos gerados no site.
No meu site você encontrará uma rotina em ASP ou PHP, para a geração do código de barras utilizados em boletos bancários padrão 2 of 5. Esta rotina é totalmente grátis.
É claro as informações contidas neste artigo se aplicam a maioria dos bancos, mas é como eu já disse: pode haver pequenas variações de banco para banco.
Chegamos ao final do artigo. Espero que você tenha esclarecido suas dúvidas sobre boletos.
FONTE: e-vendasBRASIL

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Duro Aprendizado do Negócio Próprio

FONTE: empresarioonline.com.br
Novas posturas diante da vida e muita disposição para enfrentar dificuldades de toda a ordem fazem parte da iniciação na vida empresarial
Tornar-se empresário exige um batismo de fogo pelo qual poucos conseguem passar com sucesso. Muitas vezes esse processo leva a um amadurecimento forçado, independente da idade ou da experiência profissional do aspirante a ter o negócio próprio. Ainda mais num país como o Brasil, tão compulsivo por regulamentações e decretos quanto criativo na forma de burlá-los, a iniciação na vida empresarial normalmente implica uma reconsideração de valores e comportamentos.
Pessoas que se habituaram a ver o mundo a sua volta sob a perspectiva de empregados - sem maior envolvimento com os negócios da empresa como um todo - acabam percebendo que ser empresário é muito mais complexo do que parece à primeira vista. Há os que detectam logo cedo que, para montar um negócio, precisam antes preparar-se adequadamente, tanto técnica quanto psicologicamente, sob o risco de ver seu projeto fracassar ainda no berço.
Mas a regra geral é que as pessoas acabam aprendendo que há muita mistificação sobre a atividade empresarial. A imagem de que ser patrão significa enriquecer rapidamente e pode mandar em tudo e todos é um dos primeiros mitos a cair por terra. Pelo contrário, trata-se de um aprendizado que pede muita dedicação, persistência e fé na concretização do sonho.
E, às vezes, exige até recuos táticos e uma boa dose de paciência para saber o momento certo de começar. Esse foi o caso, por exemplo, do estudante de Administração de Empresas da FEA-USP Miguel Sugai, de 22 anos.
Depois de pesquisar junto ao SEBRAE/SP como iniciar uma empresa de produtos de informática, ele resolveu que ainda não era o momento adequado de virar empresário. Com experiência profissional incipiente ainda, percebeu que deveria trabalhar um pouco mais como empregado antes de se lançar num vôo próprio. “Se eu me aventurasse agora poderia quebrar a cara. No Balcão do SEBRAE/SP fui orientado no sentido de conseguir antes um emprego nessa área para aprender como gerenciar uma empresa e os aspectos técnicos que normalmente não se aprendem numa faculdade”, afirma Miguel.
Na medida em que foi pesquisando, ele também mudou sua visão da atividade empresarial. “Percebi que ter uma empresa não quer dizer que você vai poder fazer tudo o que imagina. Nesse processo, as máscaras vão caindo e aparece a realidade”, diz. “Ser empresário pressupõe a capacidade de gerenciar e lidar com as pessoas. Se você não entra nessa história com uma visão realista, acaba fracassando.”
Se para Miguel Sugai o sonho pôde ser adiado, para Ismael Strutensky de Macedo, 56 anos, viabilizar a própria empresa foi a única saída para contornar as limitações impostas pelo mercado de trabalho a pessoas de mais idade. Tecnólogo formado em projetos de maquinários pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e formado em Administração de Empresas, Ismael trabalhou por trinta anos em áreas técnicas e administrativas de multinacionais.
Apesar de toda essa vivência profissional, a primeira tentativa de Ismael de virar empresário, fracassou. No entanto, ele resolveu tentar de novo, com uma firma voltada ao desenvolvimento de produtos para o ramo serigráfico, como molduras de alumínio para esticador de tela e mesas giratórias tipo carrossel. A Iaci Comércio e Indústria vai produzir ainda suportes para aparelhos de vídeocassete e outros acessórios em alumínio.
“Os microempresários não têm nenhum incentivo. O banco só empresta para quem tem dinheiro, e o empresário se sente até constrangido na frente do gerente”, admite. “Mas a maior dificuldade é mesmo a burocracia. Mesmo tendo nível superior e com toda a minha vivência em empresas de grande porte, foi difícil cumprir todas as exigências burocráticas e legais.”
Ismael também sentiu na própria pele os efeitos perversos de um mercado altamente fechado. “Dependo do monopólio para comprar alumínio. Como a minha empresa é nova, tenho que comprar tudo à vista. E, como compro pequenas quantidades, fico na mão dos atravessadores, que cobram muito mais caro pela matéria-prima”, indigna-se.
A vontade de Ismael de viabilizar sua empresa e gerar empregos ainda esbarra no pesado fardo dos encargos sociais. “Tenho muito trabalho e poderia estar repassando isso para outras pessoas, mas não posso pagar todos os encargos incidentes sobre o salário de um empregado.”
A alta carga de impostos e a excessiva burocracia também são apontadas por Carmy Pereira como um grande obstáculo para o nascimento de mais empresas no País. Com a experiência de gerente administrativa de vendas e o gosto pela arte do crochê e da tapeçaria - uma tradição de família -, essa recifense, que veio para São Paulo, decidiu que não quer mais ser empregada e pretende montar uma loja de artesanato. Para isso, já conta com a produção de sua mãe e de sua irmã, que continuam no Recife fazendo lençóis, conjuntos de cama, mesa e banho, tapeçaria fina e panos de cambraia de linho com bordados para bandejas de prata.
Carmy também já teve sua história de insucesso como empresária. Em 1990 começou a representar materiais escolares, hospitalares e de limpeza. “Com o Plano Collor tive de fechar, porque os clientes passaram a pagar com muito atraso e fiquei sem capital de giro. A saída foi vender todos os equipamentos e fechar a empresa”, lembra.
A partir dessa experiência, ela acredita agora que o melhor é evitar logo de início despesas muito altas. “Optei por montar uma loja em multishopping, porque o contrato de locação é mensal e pode ser renovado. Se em um determinado ponto não se está vendendo bem, pode-se escolher outro local para se estabelecer”, afirma.
Mas, para alugar uma loja num multishopping, Carmy tem de abrir uma empresa. E, para dar entrada na documentação, necessita de um ponto comercial. O problema é que ela mora em apartamento, que não pode ser usado como endereço comercial. “Esse tipo de exigência leva as pessoas a burlarem a lei, fazendo um contrato frio com o proprietário de uma casa só para ter um endereço comercial”, diz.
A funcionária pública Roberli Maria Guariglia vive o mesmo drama de Carmy. Também moradora de um apartamento, ela concorda em que o governo deveria facilitar a vida de quem quer estabelecer-se. Roberli complementa seu salário com a produção caseira de ovos e coelhos de chocolate, pirulitos para festas infantis, caixas de bombons e trufas.
Com uma clientela formada basicamente por amigos e colegas de trabalho, ela conta com a ajuda de sua mãe e filhas nessa empreitada, que lhe rende cerca de R$ 800,00 por mês. “A minha idéia é ter uma loja. Mas pretendo instalar uma empresa de distribuição de chocolates, porque assim não precisaria de imediato alugar um ponto comercial”, afirma Roberli.
Já para Leo Cláudio Assumpção, que fundou a Serral-Tec Serralheria Técnica Ltda., montar o negócio próprio está sendo uma oportunidade de começar tudo de novo. Formado em Contabilidade, ele resolveu deixar a empresa onde tinha um bom emprego como analista de controladoria para se associar a um compadre na montagem de uma oficina de serralheria. “Eu estava chateado por trabalhar em grandes empresas. Recentemente tinha até recebido uma promoção, mas percebi que não estava adaptando-me à nova área e que tinha chegado a um ponto da carreira em que qualquer avanço seria mais difícil”, explica. “Por isso, achei que seria interessante arriscar-me no negócio próprio.”
A Serral-Tec faz grades, portas e janelas e está desenvolvendo também uma nova opção de carretéis de madeira para fios. “Os carretéis de madeira convencionais quebram muito fácil durante o uso. Os nossos carretéis terão um reforço em chapa de ferro para evitar o desgaste”, explica Leo. “Como empregado, a minha única preocupação era executar um trabalho da melhor forma possível, sem me preocupar com os outros problemas da empresa. E hoje tenho que atentar para todos os outros aspectos do negócio, como a procura de clientes e a administração do capital, que é pequeno. Mas mesmo assim me sinto muito gratificado pela opção que fiz.”

7 maiores mitos da Bolsa de Valores

FONTE: http://www.oguardiaodoseudinheiro.com.br/2010/10/21/7-maiores-mitos-da-bolsa-de-valores/
1. Para ganhar precisa-se de informação - 1º Informação privilegiada é ilegal. 2º Informação sem conhecimento é como um navio sem mar.
2. Precisa comprar na hora certa - Errado, precisa-se comprar a empresa certa. Melhor que pegar o primeiro ônibus é pegar o que vai para o lugar que você quer ir.
3. Análise Gráfica é para Curto-Prazo - ERRADO, afinal o longo-prazo não pode ser a soma de diversos curto-prazos? De qualquer forma, acreditar em análise gráfica me parece o maior dos mitos.
4. Blue-chip é mais seguro - Se isso fosse verdade a Telemar e a Net teriam sido as melhores ações da década passada. Empresa boa é a empresa ética e lucrativa, não importando o seu tamanho.
5. IPO dá dinheiro - Pode ser verdade se for completado com “para o banco que faz a oferta”.
6. Só perde quem realiza - Pode ser verdade se estiver disposto a esperar até a próxima encarnação para recuperar as perdas de Ecodiesel por 14,00 ou Agrenco por 6,00. Se a empresa é o ruim o prejuízo rápido será o melhor.
e a pior de todas…
7. É só comprar Petro e Vale. Com a queda dessa em 2008 e o desempenho recente da outra não há necessidade de comentários. Quando você acredita que descobriu a fórmula, pode esquecer, pois a fórmula já mudou.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fidelização e Pós-Venda no setor de serviços

Fidelização e Pós-Venda

FONTE: sebrae minas gerais

Já se falou que atendimento é um diferencial. Mas não é o suficiente para fidelizar clientes!
Você deve pensar em como manter o relacionamento com seus clientes, como fazer com que eles desejem sempre estar em seu salão e não nos concorrentes.
Para isso, criar um plano de incentivo aos clientes pode ser uma boa opção. O que é plano de incentivo? São ações que visam manter os clientes consumindo de sua empresa. Algumas delas você já viu no item anterior sobre.
Ações Promocionais, como: cartela, mimo aos aniversariantes e mensalista. Outras você deve criar a partir do conhecimento sobre os seus clientes!
Algumas dicas para fidelizar os clientes:
- Antecipe as necessidades dos clientes exigindo dos profissionais atualizações em técnicas;
- Ofereça um ambiente acolhedor, agradável e confortável;
- Demonstre que sua empresa se importa com ele;
- Lembre de cumprimentar o cliente pelo seu aniversário ou outras datas que ele comemore, como: dia das mães, Páscoa, Natal, dia de sua profissão, etc.
- Ouça;
- Nunca decida pelo cliente. Sempre dê sugestões.
- Seja sincero;
- Trate-o com carinho.
Quanto mais dados sua empresa tiver de seus clientes, mais ações poderão ser criadas para fidelizar.
O pós-venda é uma poderosa ferramenta para fidelizar clientes e propagar a indicação positiva também conhecida por “boca a boca”.
Para implantar um bom pós-venda, é necessário:
- Tornar o pós-venda, as ligações pós-serviço um hábito. Não pode começar e parar;
- Ter informações sobre os clientes, para quem ligar. No mínimo saber: o nome do cliente, o nome dos profissionais que o atendeu, os serviços que consumiu;
- Fazer o contato com o cliente para verificar sua satisfação em até 48 horas após o serviço ter sido prestado;
- Perguntar a satisfação do cliente com os serviços, com o atendimento, com a recepção e com o ambiente.
- Solicitar sugestões para melhorias.
Lembre-se: Prestar serviços é ter o “dom” de servir!

Estratégias e Dasafios para os Salões de Beleza

Você já deve ter um bom conhecimento sobre o seu negócio. Porém, o aumento da competitividade e exigência de agilidade requer um conhecimento aprofundado, um domínio dos aspectos que interferem no crescimento e nos resultados da empresa.
Para tanto será cada vez mais necessário CONHECER:
- O funcionamento do mercado em que seu negócio está inserido;
- A forma de atuação dos concorrentes;
- O comportamento de compra dos clientes;
- As necessidades e desejos que os clientes buscam suprir através de seus serviços;
- Se você quer conquistar cada vez mais clientes será necessário oferecer soluções que respondam aos seus desejos e expectativas! Para isso você deve conhecer detalhadamente os aspectos que interferem no comportamento de consumo de seus clientes.
Além disso, toda empresa somente terá sucesso se vender. Muitos negócios começam porque o empreendedor sabe produzir, sabe fazer ou conhece tecnicamente, mas isso não é suficiente; tem de saber vender. A escolha do que vender, para quem, onde e como comporá sempre a decisão mais importante e de maior impacto nos resultados do negócio.
Porque o cliente escolherá o seu salão?
Você acaba de receber mais um desafio: fazer com que seus clientes-alvo e que já freqüentam outros salões de beleza, passem a freqüentar o seu. E as pessoas que são seus clientes-alvo e ainda não freqüentam estes estabelecimentos, comecem a freqüentar o seu salão de beleza.
Para isso você precisa saber o que fazer para atrair seus clientes-alvo ao seu negócio. Uma forma é respondendo a seguinte questão: “O que devo fazer para que utilizem os serviços da minha empresa? Freqüentem meu salão?”
A expressão que se usa para isto é estratégia de mercado. Você precisa ter a sua. Veja como definir as suas estratégias.
Comece respondendo as questões:
- O que você fará para informar aos interessados em salão de beleza que a sua empresa existe?
- O que você fará para despertar a atenção e o interesse deles?
O que você fará para que um número suficiente de clientes migrem para o seu negócio?
Freqüentarão seu salão de beleza se obtiverem maiores vantagens. Descobrir estas vantagens é fruto de percepção, de sensibilidade para com o mercado. Mas o que são vantagens? Geralmente, são pequenos detalhes!

Comodidade e beleza
Quando dá prazer freqüentar o ambiente de seu salão de beleza, o cliente sempre dá prioridade aos salões próximos a sua residência ou ao seu local de trabalho.
Bom atendimento
O cliente fica sempre satisfeito mesmo quando seu salão de beleza não dispõe de tudo o que ele deseja.
Interesse em satisfazer, resolver
O cliente é sempre ouvido e suas opiniões consideradas.
Diferenciação
O cliente percebe algo de especial em seu salão.
Personalização
A idéia de que este cliente é especial e que os serviços são oferecidos de acordo com sua necessidade.
Confiança e credibilidade
Você passa a idéia de que a satisfação dele é mais importante para você do que a venda.
Higiene
Percebida em detalhes.
Exposição
O cliente percebe que para se satisfazer não depende de ação sua, mas do que ele sente no seu salão de beleza.
Crédito e facilidade de pagamento
Sua empresa se adapta ao nível de renda do seu público-alvo, ou seja, sua estratégia de preços e pagamentos está alinhada ao perfil de seu público-alvo. Serviços adicionais
Na prática você entrega satisfação, não somente produtos ou serviços pelos quais o cliente já paga, mas oferecendo algo a mais.
Valorização do cliente, respeito e seriedade
Os direitos do cliente você reconhece em todos os detalhes de sua operação. Na prática o cliente nota quando você o valoriza fora do salão, mande um cartão no seu aniversário mesmo que ela só tenha ido uma vez para o seu salão, ofereça um “presente”, uma hidratação grátis no aniversário. Muitos salões vêem esse tipo de atitude como custo, mas não é, é investimento, esse mesmo cliente ao sair, super satisfeito por ser lembrado e ganhado presente em seu aniversário que fará uma ótima propaganda boca a boca.
Flexibilidade e adaptabilidade
De algum jeito, seu salão de beleza deve satisfazer. Jamais fique super personalizado numa técnica ou serviços, personalização é importante, contudo você tem que estar sempre disposto a aprender técnicas novas.
Inovação
Seu salão de beleza está atualizado com técnicas, esta imagem tem de ser constante.
Garantias
Para o cliente ter certeza e confiar em que não terá prejuízos ou danos.
Há também aquelas “vantagens” tradicionais que muitos pensam que são decisivas, mas não são, depende de como você as utiliza e do perfil de seus clientes:
Preço
Nem sempre menor preço significa capacidade de atração de clientes.
Variedade
Nem sempre investir em variedade de equipamentos, serviços e produtos é atrativo.
Localização
Ponto por si só não é fator de sucesso, pois um bom ponto pode ser feito.

Mas Informações, contate a JC MELO Contabilidade.

Cassiel Leite de Melo
Contador CRC-CE: 021571